Não estou para falar de amor, se ele ainda não dói, nem rói e nem pede flor. Não há flores na minha poesia, pois as arrancadas são mortas, são decoração de sepultura e meu poema é heresia. Conheço esse tal de amor, não encontrei deus algum e amor e deus até podem ser compatíveis mas não dependem um do outro. O único ponto em comum: eles não são invencíveis. Não falarei de coisas que desconheço, pois o meu apreço é pelo amor que sinto e não devo a uma criatura que o senso comum insinua e minha cabeça não atura. Minha escrita é a riqueza que colho do meu presente, mesmo que seja inventado, pois poeta mente, mas não se faz ausente e eu não vivo de passado nem me dedico à tristeza. Só quando fico parado. Grito contra o que abomino e não suporto determinismo. Minha ferramenta é o poema e meu alvo é o sistema. Sou tipo existencialista, meio insano meio analista, falso moralista, talvez sartreano. Tenho a marca da história, todo gaúcho é artista e sou pampeano com muita honra e glória. Sou amigo da filosofia e esta não é feita de fadas nem gnomos e crenças, nem de almas penadas ou universais desavenças. Eu vim aqui escrever poesia e isso para mim não é só brincadeira, pois no fim o que consome energia é o abre e fecha da porta da geladeira

Cárcere Curitiba 4



Cárcere Curitiba 4

Calamar Cachaceiro, conhecido criminoso cuja competência confere com carregar cofre continental, comprar casa conjugada, comprar chácara, colaborar com Cuba com cédulas conquistadas com corrupção, chamou carcereiro:

-cumpanhero carcerero, cumpanhero carcerero. Compareça cá. Careço conversar com candidato Covarddad. Conforme Covarddad chegar, carcerero chama Calamar. 

-Claro, comandante Calamar, contudo carcereiro carece colaborar com caixinha, comprar combustível caríssimo, comprar comida, congêneres...

-Certamente, cumpanhero carcerero. Calamar, com cortesia, cobrirá carências consumo. Conte cédulas, cumpanhero.
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-Calamar, Calamar Cachaceiro. Criatura chamada Covarddad chegou com companhia criaturinha co-candidata, cuja cara confere com cuzinho cagado.

-Claro, cumpanhero. Comande Covarddad com co-candidata Cuzinho comparecerem cela cadeia.
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-Caro Covarddad, careço confeccionar carta contando como candidatura chapa comunista conseguirá congelar combustível cozinha, comprar casa com colaboração Caixa, contribuir com companhias construtoras. Carece cidadão comentar como conseguiu comprar comida cara, como comprou carro,
como conquistou certificado colégio... Covarddad, com contribuição co-candidata Cuzinho Cagado, carecem conversar com cidadão. Contar como Castro com Che conquistaram Cuba, como Chavez construir consciência cidadania com continente chamado Chavascuela, como comandante Cuduro continuou conquistas Chavez comandando Caracas. Carece contar como Castro conta com carinho criaturas cubanas, como comunismo conseguiu contribuir com crescimento continentes...

-Claro chefinho Calamar, Covarddad concorda.

-Calado, cumpanhero Covarddad. Carece continuar calado. Conforme Covarddad conversa, casa cai. Covarddad carece credibilidade. 

-Chefinho Calamar, carece contar como Congressista com Cu Caliente cuspiu cara candidato Coiso?

-Continua calado, criatura. Carece contar como Coiso comete cornofobia, cufobia, caralhofobia, como critica criaturas com cútis colorida, como coloca casa como custo congresso.

wasil sacharuk


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