Sabes, Amora, eu deveria pensar em não chover mais em ti, mas isso não importa se usas guardachuva. Amora, não tenho capa sequer uso luvas, saíram de moda. E se te incomoda tu te apartas dos pingos da chuva, te resguardas no abrigo se minha chuva te molha. Mas vai, vai Amora, leva a cadeira e teu maldito guardachuva, senta lá fora sem roupas. Mas naquela hora, amada Amora, eu bem sei que tu ficas louca se eu mergulho nos teus olhos em cântaros. Amora, vejo sóis se chovo em tua boca.

Extirpando Ervas Daninhas - acróstico

Extirpando Ervas Daninhas - acróstico

E no jardim dos anseios
X ucra é a rosa amarela
T autológica atrevida
I roniza o amor da vida
R epreende a margarida
P ermite a invasão do cravo
A lmejando a briga
N ão percebe a rosa maldita
D oce amor do girassol
O rgulhosa, resiste ao sol

E nroscada no desejo
R ecria o ideal do beijo
V iolento e apaixonado
A taque fatal planejado
S andices de rosa, afinal

D eitadas no solo encantado
A s daninhas ervas do lado
N utrindo de ira o ensejo
I nvestindo contra as flores
N egando todas as cores
H íbridas plantas de mato
A s pragas sucumbem aos amores
S eparadas de todas as dores.

Dhenova e Wasil Sacharuk

Dhenova

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