Sabes, Amora, eu deveria pensar em não chover mais em ti, mas isso não importa se usas guardachuva. Amora, não tenho capa sequer uso luvas, saíram de moda. E se te incomoda tu te apartas dos pingos da chuva, te resguardas no abrigo se minha chuva te molha. Mas vai, vai Amora, leva a cadeira e teu maldito guardachuva, senta lá fora sem roupas. Mas naquela hora, amada Amora, eu bem sei que tu ficas louca se eu mergulho nos teus olhos em cântaros. Amora, vejo sóis se chovo em tua boca.

Eu e minhas crises

Eu e minhas crises

E tu, mulher, que perguntas das minhas crises
Pois saibas que ainda me resta alguma
Já nem sei ficar sem nenhuma, como bem dizes
Daquelas que já nem se espera que suma

Eu e minhas crises sempre fazemos as pazes
E mais tormenta... disso elas são bem capazes
Mas, como não vivo sem crises, querida fada
Elas voltam com a fome de mulher malamada

Já passei a dos quinze, dos trinta e quarenta
Já brochei, me caguei e mijei aos cinquenta
Decidi por mais crise e perdi meu emprego
Examinaram minha próstata por meio do rego

wasil sacharuk


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