Sabes, Amora, eu deveria pensar em não chover mais em ti, mas isso não importa se usas guardachuva. Amora, não tenho capa sequer uso luvas, saíram de moda. E se te incomoda tu te apartas dos pingos da chuva, te resguardas no abrigo se minha chuva te molha. Mas vai, vai Amora, leva a cadeira e teu maldito guardachuva, senta lá fora sem roupas. Mas naquela hora, amada Amora, eu bem sei que tu ficas louca se eu mergulho nos teus olhos em cântaros. Amora, vejo sóis se chovo em tua boca.

Exercício de clichê - Oficina APCEF/INSPIRATURAS - Meia tijela de versos batidos

Exercício de clichê - Oficina APCEF/INSPIRATURAS

Meia tijela de versos batidos

Quero dar meu caloroso abraço
e fazer uma colocação
aos que estão no fundo do poço
ou na rota de colisão

Quero abrir com chave de ouro
sua mente e seu coração
pelas raias da emoção
vamos quebrar o protocolo

Quero uma atuação impecável
nos palcos da vida real
que tenha importância vital
não seja perda irreparável

Quero respirar aliviado
jamais ser vítima fatal
e viver além do normal
visivelmente emocionado

Quero inserir no contexto
e logo entregar a você
o poema de versos clichês
coroado com êxito.

Wasil Sacharuk
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