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Alguém de verdade

Alguém de verdade

Da fatalidade
o atilado castigo
revés na minha história
rasgo na memória
da morte tu és
o víés

vens de arcanos antigos
desafio das idades
na roda dos signos
temerário convés
donde aporta a vontade

chegas num riso blasé
sem segredos
com liberdades

nas insanidades
e medos
és cúmplice e refém
és alguém
de verdade.

wasil sacharuk