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Coisas da minha terra


Coisas da minha terra

Minha terra tem pouca palmeira
Prefiro a sombra das parreiras
E reservo outro sepo ao irmão
Solidários em mais um chimarrão

Gaudério bagual não se aperta
Pois qualquer hora é a certa
De provar dessa terra um trago
A doçura que tem gosto amargo

Eu sou desse Rio Grande inteiro
E ilumino com o meu candeeiro
As querências do sul e da serra
Amo as coisas da minha terra.

Wasil Sacharuk