Beijo



Beijo

Era como aquele cliche, dos poetas, do fruto proibido
Ora, adequado sabor da iguaria ao meu paladar
Tinha gosto de mel, de banana, sal ou queijo

Era como outro cliche, dos filósofos, mundo concebido
Teu corpo tão metafísico, pronto, a me provocar
E teu jeito de ser, cruel, sacana, mal... e beijo.

Wasil Sacharuk

Inspiraturas