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Lírica!

Lírica!

Louca dona do grito desvairado
Invista o sonho pervertido
Rima versos na pele nua
Interstícios de suor decantado
Corte estrofes no prazer repetido
Anuncie o que insinua

Derrame em mim os versos, louca
Ouse declamar em meu ouvido
Salive estrofes em minha boca

Sirva poesia nos seios
Enfeitice o fogo imaginativo
Incendeie rimas no vestido
Oculte a métrica do receio
Sugue a verve que te olho cativo.

Wasil Sacharuk